sábado, 27 de abril de 2013

# Wtf?



Seguinte: é meio que uma continuação do post "Ai, preciso de "meguxos" no Facebook...".

Bom, não basta querer tentar aparecer de maneira ridícula e vergonhosa na rede social, né? Tem que tentar chamar a atenção comunicando a todos o que está fazendo.

E por que essas informações fúteis quase sempre são precedidas dos malditos Hashtags? O que isso acrescenta ao "super" post?

# Não faz sentido
# Partiu academia
# PQP
# Pé no saco

Ah, tenha dó! Protestei também na semana que passou. Postei lá também, pra todo mundo ler:

"# Partiu cagar". 

Tenho certeza de que isso mudou a vida de todos.

# Fica a dica: PAREM DE DIVIDIR SUAS ATIVIDADES POR MEIO DO FACEBOOK, é realmente chato e completamente inútil!

# Passar bem.


segunda-feira, 22 de abril de 2013

"Oh, shit!" - traduzindo: "Oh, droga!"


Filmes dublados no cinema: V-E-R-G-O-N-H-A!!!!!!!!!!!!!!!!!

Povo que apóia essa merda, se liga! Deixem de ser acomodados e preguiçosos! Porra, uma arte como a película é para ser apreciada na sua totalidade, e o som original é tão importante quanto a imagem!

Em determinados momentos, existem boas piadas e trocadilhos na língua estrangeira que, ao ser traduzido para o português, perdem completamente o sentido (e obviamente a graça). Bem, e só pra constar, dessa vez não entrarei no mérito das tragédias, digo das traduções chulas dos títulos de filmes para o português, ok?

Bem, continuando, tem mais: indiretamente, acompanhar as legendas é um incentivo não só à leitura, mas também à rapidez de raciocínio!

Que ódio ir assistir a uma obra e ser negativamente surpreendido por uma "versão brasileira".

Nada contra os dubladores, muito pelo contrário, afinal, dizem que a nossa dublagem é uma das melhores do mundo. MAS NO CINEMA, NÃO!

Para os acomodados, fica a dica: esperem sair o DVD/blu-ray e podem exercer a preguiça em suas casas.

NOJO de filme dublado no cinema!

PS: Em animações 3D, por exemplo, a versão dublada é uma boa. Afinal, são personagens virtuais e por isso, são criadas vozes especialmente para eles, ao contrário de filmes em que os atores têm suas próprias vozes e entonações.

Curiosidade: procurando uma boa ilustração pro post, descobri esse livro, que deve "entender bem" minhas frustrações: http://poressaspaginas.com/divulgacao-pre-venda-perdidos-traducao.

sábado, 13 de abril de 2013

Ódiódiódiódiódio...



Kiridu laytor (acho que só eu mesmo que leio, além dos amigos que têm dó de mim, mas enfim...), a diquinha é bem simples:

Se hoje é aquele seu dia em que quer apertar o temido botão "Foda-se", faça-o pensando nas consequências. Ou você tem muito sangue frio e realmente não tá nem aí, ou você se caga todo(a) com pavor de uma retaliação.

A verdade é que a segunda opção é a mais comum e vantajosa. Logo, tenha um dia de fúria comportado. Afinal, algum tempo depois, as coisas voltam ao normal e você recomeça a acumular seu ódio nesse ciclo vicioso e pseudoimprudente.

O que é a vida sem a raiva, né? Renove-a de tempos em tempos. Haverá sempre motivos para sua existência. Veja isso como um desafio à criatividade.

domingo, 7 de abril de 2013

Ataque dos praticamente clones


Sim, sou do roquenrrou, adoro barulho e claro, tenho muitos amigos e colegas - talvez a maioria - que curtem também. Por sua vez, desse grupo, quase a totalidade gosta de mostrar seu gosto pelos ruídos, tem orgulho e tal. Isso é normal, beleza!

Já eu não faço questão não. Fico na minha, não sou do tipo que usa camisetas de bandas nem nada (só quando está frio ou quando não tem outra mesmo).

Enfim, tudo isso pra dizer que, há uns anos, estava conversando com um cara que dizia que um fã de rock pesado que não usava camisetas não tinha personalidade. Era algo assim, disso me recordo bem.

E aí vai a provocação: não tem personalidade quem não faz questão de mostrar seus gostos, ou quem é/faz esteriótipo, como era especificamente o caso nessa discussão (já deixando bem claro que o "esteriótipo" é pra esse cidadão, e não pras outras pessoas)?

Na boa, sou muito mais não ficar preso a esse estilo de vida, não ficar preso a coisas assim. Respeito demais meus amigos/colegas que usam roupas pretas e tudo mais - cada um escolhe o seu modo de vida, correto? -, mas no meu caso, não quero, não preciso disso pra dizer que sou fã de boa música.


Personalidade: crie já a sua!





PS: não ficar preso a ideias é um assunto que deve e provavelmente será mais trabalhado adiante.


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Picotadas da vida




Não basta só a polêmica do ovo de páscoa ser bem mais caro do que um tablete normal de chocolate (antes da festividade). Não. A mesma coisa vale pro natal, em que o povo faz questão de pagar caro só pra presentear na data e tal.
Mais ou menos meio que talvez de repente quem sabe mudando levemente o assunto, a denúncia que todos vêem, mas ninguém se manifesta: o picote do papel higiênico!

Mas vamos ao começo: há algum tempo, o rolo era de 40 metros. Depois, sacanearam e diminuíram pra 30, mas para tentar enganar o consumidor, as indústrias aumentaram o calibre do tubo de papelão dentro do papel. O volume permaneceu o mesmo.

Porra, e agora, há poucos anos, elas sacanearam de novo com... O PICOTE! Sim, vocês podem notar que agora, a distância entre eles é bem maior, talvez o dobro de antigamente! Resultado: mesmo sem intenção, o pobre (literalmente e não literalmente) usuário do material acaba usando maior quantidade, já que não tem o hábito de rasgá-lo, mas apenas picotá-lo no local indicado. Um absurdo!

É um rolo que se vai mais rapidamente! Fiquem atentos a esse roubo!

E pro assunto não ficar só no número 2, o mesmo princípio vale pros pacotes de bolacha e de chocolate. Sim, eles estão diminuindo não só na quantidade, mas no tamanho!

Percebam os biscoitos "Passatempo", ou "Bono", por exemplo! Pqp, eram 200 gramas, e agora, tá quase 1/4 menor! Como assim?
Os tabletes também: aparece no cantinho do papel que houve uma redução na quantidade... tudo bem discretinho, né?

E a vergonha na cara pra diminuir o preço disso também, cadê? RIDÍCULO!


Enfim, vamos acordar, o papel higiênico é pra ser apreciado com moderação! Bolachas e chocolates, sem! Tudo, por um preço justo!